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	<title>Recuperar Dados</title>
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	<description>Site destinado a esclarecer e desmistificar o mundo da recuperação de dados</description>
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		<title>Recuperar Dados</title>
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		<title>Tutorial completo sobre RAID</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 20:25:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>atahd</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Raid]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação de dados]]></category>
		<category><![CDATA[recuperar dados]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiba o que é, para que serve e, como se configura. O que é RAID? RAID (Redundant Array of Inexpensive Disk) ou Arranjo Redundante de Discos Independentes, que é um meio de se criar um sub-sistema de armazenamento composto por &#8230; <a href="http://recuperardados.wordpress.com/2012/02/12/tutorial-completo-sobre-raid/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=recuperardados.wordpress.com&#038;blog=21374914&#038;post=249&#038;subd=recuperardados&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saiba o que é, para que serve e, como se configura.</p>
<div>
<p><strong>O que é RAID?</strong></p>
<p><strong>RAID</strong> (<strong>Redundant Array of Inexpensive Disk</strong>) ou <strong>Arranjo Redundante de Discos Independentes</strong>, que é um meio de se criar um sub-sistema de armazenamento composto por vários discos individuais, com a finalidade de ganhar segurança e desempenho.</p>
<p>O RAID foi proposto em 1988 por David A. Patterson, Garth A. Gibson e Randy H. Katz na publicação &#8220;Um Caso para Conjuntos de Discos Redundantes Econômicos (RAID)&#8221;. Publicado na Conferência SIGMOD de 1988: pp. 109–16.</p>
<p>.Esta tecnologia começou a ser usada em servidores, podendo proporcionar maior segurança aos arquivos e Sistemas Operacionais e aumentando a capacidade e/ou velocidade de acesso a dados.</p>
<p>A implementação da RAID pode ser por <strong>Hardware ou Software</strong>.</p>
<p>Uma boa parte das Placas-Mãe já vem com implementação de RAID por Hardware.</p>
<p>A partir do Windows 2000 pode-se criar RAID via software, essa opção tem em todos Windows Server.</p>
<p>Pode ser criada com qualquer tipo de HD: IDE, SATA ou SCSI.</p>
<p><strong>Tipos de RAID mais usados:</strong></p>
<p><strong>RAID 0</strong>, <strong>RAID 1, RAID 0+1 e RAID 5.</strong></p>
<p>Também o RAID 3 e 4 que não são muito usados, para falar a verdade hoje em dia os mais usados são o RAID 1 e RAID 5.</p>
<p><strong>Regras para implementação do RAID:</strong></p>
<p>Para implementação do RAID são necessários discos do mesmo tamanho, pois caso contrário a área do disco menor será usada para implementação. Também é aconselhável a mesma velocidade para ter melhor desempenho, pois no caso de discos com velocidades diferentes, você ficará preso ao disco mais lento.</p>
<p><strong>RAID 0</strong>.<br />
A implementação do RAID 0, não vai satisfazer o quesito de redundância. Esse modo cria discos virtuais, para distribuir os dados entre todos os discos e com isso você vai ganha um considerável ganho de desempenho. Então se você tiver 2 discos de 80GB, você vai ter uma área útil de 160GB.</p>
<p><strong>Ex. 4 Hds de 80GB = 1 de 320GB de área útil.</strong></p>
<p>Este tipo de implementação vai utilizar o máximo disponível de discos no sistema, mas não vai  garantir redundância e de fato vai aumentar as chances do disco virtual falhar!</p>
<p><strong>Ex. Se você tiver 4 Discos em RAID 0, Você terá quatro vezes mais chances de falhar do que um único disco, sem contar que a recuperação de dados se necessária será extremamente mais cara e complexa por estarem os dados espalhados em todos os discos.</strong></p>
<p>Muitos acham que não tem problema em usar RAID 0, pois não tem arquivos importantes e tem sempre o backup. Devemos lembrar que não só os arquivos que serão protegidos e sim todo o sistema e levando em conta a dor de cabeça se um dos discos falhar. Tudo bem que você pode estar apenas com um disco e se ele falhar vai dar no mesmo se estiver em RAID 0, mas lembre-se que em RAID 0 são duas vezes maiores as chance de falha.</p>
<p><strong>Resumo RAID 0</strong><br />
<strong>Vantagens:</strong> Aumento considerável de desempenho.<br />
<strong>Desvantagens:</strong> Se um dos discos falhar o sistema para.</p>
<p><strong>RAID 1</strong><br />
<strong>RAID 1 é conhecido como espelhamento, pois a idéia é espelhar as informações em um segundo disco. O sistema vai gravar os dados ao mesmo tempo nos dois discos.<br />
</strong><br />
Implementar <strong>RAID 1</strong> protege os dados, pois caso um dos discos falhe, o sistema continua funcionando normalmente.</p>
<p>O uso do RAID 1 necessita de dois discos, pois como já foi dito acima um para o sistema normal e outro para espelhar o primeiro. Vamos dizer um HD clone em tempo real.</p>
<p>A desvantagem do <strong>RAID 1</strong> é o custo, pois você vai ter dois Discos e a área útil de apenas 1.</p>
<p><strong>Ex. Dois Hds de 80GB em RAID 1 = 80GB de área útil.</strong></p>
<p><strong>Resumo RAID 1</strong><br />
<strong>Vantagens:</strong> Redundância, se um dos discos falhar, o sistema continua funcionando.<br />
<strong>Desvantagens:</strong></p>
</div>
<ol>
<li>Você vai precisar de 2 Hds, mas só vai usar a área útil de um.</li>
<li>Reduz um pouco o desempenho da escrita, pois o mesmo dado é gravado nos discos que estiverem em RAID 1.</li>
</ol>
<p><strong> </strong><strong>RAID 0 + 1</strong><br />
Nessa implementação, você vai unir o conceito do RAID 0 e RAID 1, tendo ao mesmo tempo ganho de desempenho e redundância. Esse tipo de implementação é mais usado para servidores de arquivos e bando de dados, mas pode ser usado em casa.</p>
<p>O problema de usar RAID 0 + 1, é o custo alto que você vai ter com HDs, pois no mínimo vai ter que comprar 4 Hds.</p>
<p>Ex.: <strong>2 Discos para RAID 0 e 2 Discos para RAID 1, pois como no RAID 0, dois dicos viram um só, você vai precisar de mais dois para usar o RAID1, pois esses dois vão espelhar os outros dois em RAID 0.</strong></p>
<p><strong>Resumo RAID 0+1</strong><br />
<strong>Vantagens:</strong> Os dados são protegidos e você tem desempenho também.<br />
<strong>Desvantagens:</strong> Vai necessitar de mais discos e com isso um custo maior.</p>
<p><strong>RAID 5</strong><br />
RAID5 é conhecida com data guarding ou strip set com paridade. Essa implementação cria informações a partir de cálculos booleanos feitos com o dado útil (a informação a ser gravada no disco), gravando essa paridade em um dos discos e de forma distribuída.</p>
<p>Para implementação do RAID 5, será preciso, no mínimo de 3 discos sendo que um é para paridade.</p>
<p><strong>Exemplo:</strong></p>
<p>Imagine a seguinte situação: o dado consiste em dois números, sendo que na primeira gravação o dado tem valor 24 e na segunda gravação o dado tem valor 35. a paridade neste exemplo é calculada pela soma dos valores gravados no disco 1 e no disco 2. logo, no disco de paridade teremos o resultado 6(2+4) e 8 (5+3)</p>
<p>OBS. Como não estou conseguindo deixar alinhado os valores abaixo dos seus títulos então eles podem ser identificados pela 4.</p>
<p><strong>Dado | Disco 1 | Disco 2 | Disco 3 Paridade |</strong><br />
<strong>24          </strong> <strong>2              4                6 (2+4)</strong><br />
<strong>35           3              5                8 (3+5)</strong></p>
<p>Agora imaginemos que um dos discos falhou, por exemplo, o disco 1.</p>
<p>Neste caso, o sistema é capaz de gerar o dado por meio da operação inversa (no exemplo, a subtração) entre a paridade e o dado presente no disco 2.</p>
<p><strong>Dado calculado | Disco 1 | Disco 2 | Disco 3 (paridade) |</strong><br />
<strong>2(6-4) 4                 Falha          4              6 (2+4)</strong><br />
<strong>3(8-5) 5                 Falha          5              8 (3+5)</strong></p>
<p>Esse é um pequeno exemplo didático, mas essa operação é bem mais complexa do que uma soma e uma subtração! Está implementação dessa forma é chamada de <strong>RAID 4</strong> na qual a paridade é sempre gerada num mesmo disco.</p>
<p>Só que foi percebido que esse disco de paridade tinha uma vida útil inferior em relação aos outros discos. E como não é bom ficar trocando os discos dos servidores, foi criado o RAID 5 que grava a paridade alternando o disco no qual a paridade é gravada.</p>
<p>A paridade é gravada ora no disco 1 e ora no disco 2, (isso no caso de 3 discos).</p>
<p>Se você tiver seis discos em <strong>RAID 5</strong> sua área útil será de 6-1</p>
<p><strong>Ex. 6 discos de 80GB sua área útil será 80GB (6-1) = 80GB x 5 = 400GB</strong></p>
<p>Ou seja, você vai ter um disco virtual de 400GB com redundância a falhas, pois se um dos discos falharem, o sistema continua funcionando e disponibilizando os dados contidos nesse disco.</p>
<p><strong>Vantagens:</strong> O desempenho de leitura é sensivelmente maior do que o espelhamento RAID 1, em operações normais.</p>
<p><strong>Desvantagens:</strong></p>
<p>O desempenho de gravação de dados é reduzido devido ao cálculo de paridade.</p>
<p>Se um disco falhar, o desempenho de leitura cai, pois devido à reconstrução necessária.</p>
<p><strong>Resumo.</strong></p>
<p>O Uso do <strong>RAID 5</strong> é muito usado em servidores de arquivos, banco de dados. Web, emails&#8230;</p>
<p>Infelizmente é muito difícil encontrar <strong>RAID 5</strong> em placas-mãe de uso doméstico, a saída seria a compra de um controladora RAID offboard.</p>
<p>Espero que tenham gostado e entendido.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/recuperardados.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/recuperardados.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/recuperardados.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/recuperardados.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/recuperardados.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/recuperardados.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/recuperardados.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/recuperardados.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/recuperardados.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/recuperardados.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/recuperardados.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/recuperardados.wordpress.com/249/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/recuperardados.wordpress.com/249/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/recuperardados.wordpress.com/249/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=recuperardados.wordpress.com&#038;blog=21374914&#038;post=249&#038;subd=recuperardados&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Curiosidade sobre a Fragilidade do HD</title>
		<link>http://recuperardados.wordpress.com/2011/03/25/curiosidade-sobre-a-fragilidade-do-hd/</link>
		<comments>http://recuperardados.wordpress.com/2011/03/25/curiosidade-sobre-a-fragilidade-do-hd/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 19:51:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>atahd</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Curiosidade sobre a Fragilidade do HD Vocês já se perguntaram &#8220;por que meu HD é tão frágil?&#8221; Já conseguiram imaginar toda a tecnologia que foi e é usada na confecção do HD? E o que ele tem a ver com &#8230; <a href="http://recuperardados.wordpress.com/2011/03/25/curiosidade-sobre-a-fragilidade-do-hd/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=recuperardados.wordpress.com&#038;blog=21374914&#038;post=89&#038;subd=recuperardados&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><big><big>Curiosidade sobre a Fragilidade do HD</big></big></p>
<p>Vocês já se perguntaram &#8220;por que meu HD é tão frágil?&#8221;</p>
<p>Já conseguiram imaginar toda a tecnologia que foi e é usada na confecção do HD?</p>
<p>E o que ele tem a ver com a “nano” tecnologia?</p>
<p>Para ilustrar, vamos visualizar de forma proporcional seu funcionamento e como tudo é tão pequeno e frágil neste equipamento.</p>
<p>Tente imaginar um avião Boeing;</p>
<p>Voando a 8.000Km por hora;</p>
<p>A 1,5cm do chão, sem poder tocar nem por um segundo o solo;</p>
<p>E finalmente passando de uma pista a outra, dum total de cem pistas de 1,5 polegadas de largura, sem rabear e, em menor tempo possível.</p>
<p>Pois bem, se você conseguir imaginar essa imagem e, reduzir ao tamanho do HD, será exatamente essa proporção.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.atahd.com.br/" target="_blank">ATAHD<br />
</a>Diretos reservados, onde é autorizada a  publicação mas deve ser mencionada sua origem.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/recuperardados.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/recuperardados.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/recuperardados.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/recuperardados.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/recuperardados.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/recuperardados.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/recuperardados.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/recuperardados.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/recuperardados.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/recuperardados.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/recuperardados.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/recuperardados.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/recuperardados.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/recuperardados.wordpress.com/89/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=recuperardados.wordpress.com&#038;blog=21374914&#038;post=89&#038;subd=recuperardados&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Os perigos na perda dos dados</title>
		<link>http://recuperardados.wordpress.com/2011/03/24/os-perigos-na-perda-dos-dados/</link>
		<comments>http://recuperardados.wordpress.com/2011/03/24/os-perigos-na-perda-dos-dados/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Mar 2011 03:09:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>atahd</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Constantemente nos deparamos com a perda parcial ou total dos dados. O que fazer ou &#8220;não fazer&#8221;. O que aconteceram com meus dados? É o que sempre perguntamos quando os perdemos. Perdemos? Nem sempre quando os apagamos acidentalmente, realmente apagamos &#8230; <a href="http://recuperardados.wordpress.com/2011/03/24/os-perigos-na-perda-dos-dados/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=recuperardados.wordpress.com&#038;blog=21374914&#038;post=82&#038;subd=recuperardados&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Constantemente nos deparamos com a perda parcial ou total dos dados. </strong><strong>O que fazer ou &#8220;não fazer&#8221;.</strong></p>
<p><strong>O que aconteceram com meus dados?</strong><br />
É o que sempre perguntamos quando os perdemos. <strong>Perdemos?</strong><br />
Nem sempre quando os apagamos acidentalmente, realmente apagamos todos os dados, simplesmente os colocamos como invisíveis, mas com a licença para serem reescritos.<br />
Por isso, o mais importante é sempre que ocorrerem esses casos, pare imediatamente o que se está fazendo e recorra a um profissional para a recuperação desses dados, onde será feita da maneira mais rápida e eficiente, sem correr o risco de serem corrompidos, ou perdidos de vez, quer sejam fotos, arquivos ou programas.</p>
<p><strong>Mas meu computador não quer mais enxergar nada, mesmo assim meus dados podem ser recuperados?</strong><br />
Depende, em 90% dos casos, se não revertemos o sistema, garantimos por meio de equipamentos extremamente sofisticados a recuperação de dados.<br />
Deve-se entender em que circunstâncias deram-se os fatos.<br />
O HD parou totalmente?<br />
O HD parece funcionar mas não consegue ler?<br />
O HD funciona, mas, diz que não há sistema operacional?<br />
O HD faz um barulhinho estranho.<br />
E outras tantas situações&#8230;<br />
Em qualquer situação, deve-se parar o equipamento para diagnóstico.<br />
Diagnóstico esse que deve ser feito em Laboratório Especializado, por Técnicos Especializados e Equipamento a altura desses serviços.</p>
<p><strong>Mas meu amigo disse que ele pode recuperar e aí, o que eu devo fazer?</strong><br />
Todo mundo tende a acreditar que é fácil recuperar os dados, com ferramentas gratuitas, sem grande esforço.<br />
O problema é que a recuperação de dados requer conhecimentos extraordinários, podendo citar como exemplo, a Eletrônica digital, Estrutura de Gravação e Leitura, Código Hexadecimal e Firmware, conhecimentos sobre as diversas estruturas de formatação de partições dos diversos Sistemas Operacionais, tais como o Windows, Linux, Mac etc.<br />
Como pode ver, não é um assunto dominado senão por um profissional da área.<br />
Em resumo, na perda de dados ou instabilidade do sistema, devemos sempre confiar nossos dados a um profissional experiente.</p>
<p><strong>Importante lembrar</strong> que esse trabalho tem que ser feito por profissional da área de recuperação de dados e esteja certo de ser profissional de recuperação e não simplesmente um conhecedor ou técnico, pois, constantemente chega a nós equipamentos para racuperação de dados, onde, o problema foi agravado justamente pelas consecutivas tentativas de recuperação com procedimentos e programas inadequados feitos por pessoa despreparada.</p>
<p><strong>Observação a ser feita também</strong> quanto aos programas utilizados. Geralmente o primeiro impulso ao se perceber que perdeu dados importantes é buscar na internet formas de recuperação. Nela encontram diversas opções e fórmulas como já citamos em matéria anterior (<a href="http://recuperardados.wordpress.com/2011/03/18/hello-world/" target="_blank">Mitos Sobre Recuperação de Dados</a>), mas vamos dar atenção somente aos programinhas free. Imagine se você fosse um desenvolvedor de software e após 5 anos de trabalho, tivesse que lançar e receber por isso, colocaria o seu programa free (ou seja livre) full (completo)? Claro que não, né? então, não devemos confiar neles a não ser se forem poucos os dados a serem recuperados e em casos simples como deletar por engano. No mais consulte sempre um profissional da área.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.atahd.com.br/support.html" target="_blank">atahd.com.br</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/recuperardados.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/recuperardados.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/recuperardados.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/recuperardados.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/recuperardados.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/recuperardados.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/recuperardados.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/recuperardados.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/recuperardados.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/recuperardados.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/recuperardados.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/recuperardados.wordpress.com/82/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/recuperardados.wordpress.com/82/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/recuperardados.wordpress.com/82/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=recuperardados.wordpress.com&#038;blog=21374914&#038;post=82&#038;subd=recuperardados&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Entendendo o HD</title>
		<link>http://recuperardados.wordpress.com/2011/03/22/entendendo-o-hd/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Mar 2011 11:25:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>atahd</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Em quais circunstâncias devo formatar o HD? O que é formatar? E os Bad blocks o que são e como resolver? O que é a partição? O que é rótulo do disco? Vamos entender o HD de uma forma simples. &#8230; <a href="http://recuperardados.wordpress.com/2011/03/22/entendendo-o-hd/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=recuperardados.wordpress.com&#038;blog=21374914&#038;post=73&#038;subd=recuperardados&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em quais circunstâncias devo formatar o HD? O que é formatar? E os Bad blocks o que são e como resolver? O que é a partição? O que é rótulo do disco?</p>
<p>Vamos entender o HD de uma forma simples. No modo lógico o HD se compõe de rótulo, partição e formatação. Um HD quando se compra vem já formatado, isto quer dizer que vem com um rótulo, uma partição e uma formatação.</p>
<p>O rótulo ou tabela de Partição é a primeira fase de preparação de dados; Sobre ela é colocada a partição, onde divide o HD em setores;</p>
<p>E em seguida a formatação que divide a partição em setores, trilhas e cilindro.</p>
<p>Bad blocks o que são e como resolver? O HD quando testado na fábrica já vem com bad blocks (não existe hd sem bad blocks) só que marcados e ocultos (por isso que um HD quando se usa percebe-se que tem uma capacidade menor do que indicado). Com o uso, por uma instabilidade ou interferência, a cabeça se obriga a fazer diversas tentativas de leitura, inclusive reduzindo a velocidade de giro e quase sempre gerando o bad block. Os HDs atuais são capazes de marcar automaticamente os setores defeituosos numa area do disco chamada defect map. Uma vez criado, quando a cabeça tenta passar por ele, tenta recuperá-lo causando maior demora ou inconsistência do sistema. Neste caso, é interessante formatar o HD para que a cabeça passe diretamente sobre esse erro, ignorando-o.</p>
<p>Importante acentuar que quando começam a aparecer esses bad blocks, se não forem rsolvidos com formatação, significa que está na hora de se pensar em um novo HD, pois esse erro é quase sempre irrecuperável mesmo com uma formatação de baixo nível ou mais agressiva.</p>
<p>O que é formatar? A formatação é a forma lógica de se reescrever as trilhas e setores da partição, simplesmente apagando-a (formatação rápida) ou realmente reescrevendo-a (formatação completa) sem realoca-la. Como os mais entendidos sabem que um vírus pode se alojar entre esse setores e/ou trilhas, a formatação nem sempre é eficaz, podendo ainda deixa-los para que numa oportunidade voltem ao nosso convívio e baguncem tudo.</p>
<p>O que é a partição? A partição é a base para a formatação. Do ponto de vista do sistema operacional, cada partição é uma unidade separada, entendendo como se houvessem um, dois ou mais discos rígidos instalados de acordo com o número de partições. Cada partição possui seu próprio diretório raiz e sua formatação. As informações sobre o número de partições, localização no disco, e o espaço ocupado, são armazenadas na tabela de partição, que compartilha o primeiro setor do disco com o setor de boot. Quando se reparticiona o HD, então se retira os setores e trilhas, sendo este, obrigado a refazer o processo da formatação, criando-se novos setores e trilhas, acabando em 90% os riscos de vírus persistentes entre esses setores e trilhas como já foi dito.</p>
<p>O que é rótulo do disco? ou Tabela MFT? O rótulo do disco ou tabela MFT é a base para a colocação da partição e formatação.</p>
<p>Quando fazemos um trabalho de limpeza, em primeiro lugar é feito o backup dos dados para outro HD, verificação de vírus, back doors, spywares, trojans e rootkits neste segundo HD, seguido da troca do rótulo do disco do primeiro, colocação da partição e sua formatação, instalação do S.O., e recolocação do backup garantindo em 100% a limpeza do hd.</p>
<p>Fonte: ATAHD-Matérias<a href="http://www.atahd.com.br/materias.html"></a></p>
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	</item>
		<item>
		<title>Conhecendo o HD &#8211; SMART</title>
		<link>http://recuperardados.wordpress.com/2011/03/19/conhecendo-o-hd-smart/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Mar 2011 21:13:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>atahd</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[﻿ Sempre que temos um problema que aparenta ser falha do HD, dizem para olharmos os dados do SMART. Mas o que o SMART tem a ver com o HD? O que ele indica? E o que é SMART? Nesse &#8230; <a href="http://recuperardados.wordpress.com/2011/03/19/conhecendo-o-hd-smart/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=recuperardados.wordpress.com&#038;blog=21374914&#038;post=50&#038;subd=recuperardados&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" class="mcePaste" style="position:absolute;width:1px;height:1px;overflow:hidden;top:0;left:-10000px;">﻿</div>
<p>Sempre que temos um problema que aparenta ser falha do HD, dizem para olharmos os dados do SMART.<br />
Mas o que o SMART tem a ver com o HD? O que ele indica? E o que é SMART?<br />
Nesse artigo vou procurar mostrar um pouco sobre o que é SMART e o que ele representa na saúde do HD, sempre lembrando que essa matéria foi colhida de fontes externas, sendo preservadas no final para os devidos créditos.</p>
<p><a href="http://recuperardados.files.wordpress.com/2011/03/smart2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-70" title="smart2" src="http://recuperardados.files.wordpress.com/2011/03/smart2.jpg?w=263&h=300" alt="" width="263" height="300" /></a></p>
<p><a href="http://recuperardados.files.wordpress.com/2011/03/smart.jpg"></a></p>
<p><strong>S.m.a.r.t. – Atributos, Valores e Significados</strong></p>
<p><strong>O que quer dizer S.M.A.R.T.?</strong><br />
Self-Monitoring, Analysis and Reporting Technology ou seja:<br />
Auto-Análise Monitorada e Relatório de Tecnologia</p>
<p><strong>A origem do SMART</strong><br />
Foi em 1992 que a IBM introduziu em seus discos rígidos uma tecnologia capaz de prever com antecedência sua própria falha: era o Predictive Failure Analysis (PFA), que pouco tempo depois tornou-se a tecnologia-padrão para monitoramento de falhas em discos rígidos, sendo adotada por todos os outros fabricantes à partir de 1996 (com a implementação do padrão ATA-3) com o nome de Self-Monitoring, Analysis and Reporting Technology, ou simplesmente S.M.A.R.T..</p>
<p><strong>Como funciona?</strong><br />
O SMART nada mais é que um programa na placa controladora do disco rígido. Este programa permite que sejam recuperados os dados sobre operações de ordem mecânica consideradas &#8220;vitais&#8221; para o funcionamento do disco rígido, bem como o estado dos componentes envolvidos nestas operações (motor de rotação, superfícies graváveis, cabeças físicas, etc.).<br />
Este monitoramento baseia-se numa lista de falhas consideradas previsíveis (“predictable faults”) que podem ocorrer por desgaste dos componentes mecânicos.<br />
Porém existem também as falhas consideradas como não previsíveis (“unpredictable faults”), as quais podem ocorrer subitamente, sem que o SMART consiga detectá-las. Por exemplo, um dano na placa controladora causado por eletricidade estática, pode ser classificado como “unpredictable fault”.<br />
Segundo dados dos fabricantes, cerca de 60% das falhas em discos rígidos são de origem mecânica, sendo o choque mecânico das cabeças físicas de leitura/gravação contra a superfície magnética, falha do motor e desprendimento do verniz do disco, são as causas mais comuns.<br />
Os restantes das causas de falhas são das mais diversas, incluindo componentes eletrônicos (chips ou circuitos da placa lógica ou de partes internas) inutilizados por eletricidade estática ou superaquecimento, ou mesmo algum defeito de fabricação e fadiga.<br />
De fato, grande parte dos defeitos em discos rígidos está diretamente ligada ao manuseio incorreto, mas independente de origens e causas dos defeitos, o SMART pode avisar através dos valores de seus atributos o que exatamente está para falhar.<br />
Nas placas-mãe atuais, é possível ativar no setup do BIOS um programa residente, que checa os valores dos atributos do SMART durante o POST. Dependendo do fabricante do BIOS, é possível ver uma opção com os dizeres &#8220;S.M.A.R.T. for Hard Disks&#8221;, podendo ser habilitada (Enabled) ou não (Disabled).<br />
Se o SMART estiver habilitado no setup do BIOS da placa-mãe, o programa residente vai recuperar os valores dos atributos do SMART apenas no POST, avisando com algum tipo de mensagem caso haja algum atributo com valor fora do limite.<br />
Isso é muito útil pois, se acaso houver algum problema que possa ser agravado ainda mais com o uso do disco rígido, o aviso do SMART pode evitar maiores prejuízos, havendo tempo de enviar o disco rígido à uma assistência especializada para uma tentativa de recuperação dos dados.<br />
Apesar de algumas BIOS oferecerem avisos como &#8220;System performance may decrease if enabled&#8221;, habilitar o SMART não prejudica o desempenho, uma vez que o monitoramento só ocorre no POST e não durante todo o uso da máquina.<br />
É falsa a idéia de que o SMART monitora o disco rígido o tempo todo e gera logs: os valores dos atributos do SMART tem que ser lidos por algum programa, pois o SMART por si só não faz isso de forma independente.<br />
Mesmo que o SMART esteja desabilitado no setup do BIOS da placa-mãe, ou mesmo que a placa-mãe não tenha essa opção, é possível verificar os atributos em discos rígidos que tenham a tecnologia através de softwares específicos para esse fim</p>
<p><strong>Entendendo os valores de atributos fornecidos pelo SMART</strong><br />
Os atributos do SMART obedecem às normas e seus respectivos nomes são idênticos para todos os fabricantes de discos rígidos.<br />
Para cada atributo, o SMART fornece basicamente QUATRO valores diferentes com seu significado:</p>
<p><strong>Raw Attribute Value</strong><br />
Dependendo do atributo, mostra valores que podem ser interpretados &#8220;como estão&#8221;, por exemplo: no atributo Power On Time, pode-se interpretar Raw Value como sendo a quantidade de horas que a unidade ficou em funcionamento, desde o dia em que foi ligada pela primeira vez.</p>
<p><strong>Attribute Value</strong><br />
Esses valores representam, numa escala decrescente de 100 até 1, a confiabilidade relativa à cada atributo. O valor considerado normal é 100, sendo que quanto menor o valor, maior a possibilidade de falhas.<br />
Obs.: Alguns fabricantes não obedecem este padrão e colocam os valores normais muito acima de 100, o que tem causado certa confusão na interpretação dos valores em alguns softwares.</p>
<p><strong>Attribute Threshold</strong><br />
Este é o limite mínimo tolerável para que o SMART acuse uma falha iminente na unidade. Cada atributo do SMART tem seu Attribute Threshold padrão, e esses valores são definidos pelos próprios fabricantes com base em testes específicos para cada modelo de disco rígido.<br />
O SMART compara então este valor com o Attribute Value, para definir o quanto a unidade está próxima de uma falha.<br />
Importante: Quanto mais próximo o Attribute Value estiver do Attribute Threshold, maior a possibilidade de que o SMART acuse falha para o atributo.</p>
<p><strong>Worst Value</strong><br />
Este é o valor mais crítico monitorado para cada atributo, ou seja: cada vez que o disco rígido executa algo previsto em algum atributo, é dada uma &#8220;nota&#8221; para esta ação executada, que entra no cálculo para a formação do Attribute Value.<br />
Enquanto o Attribute Value é um valor médio, o Worst Value pode ser considerado como um valor &#8220;aviso&#8221; para o atributo.<br />
Isso quer dizer que se o Worst Value apresentar um valor próximo ou mesmo fora do limite do Attribute Threshold, isso não indica necessariamente uma falha, mas apenas um estado momentâneo. Porém, serve como um alerta de que talvez o disco rígido possa ter sido submetido à operação em uma situação fora do limite.</p>
<p><strong>Entendendo o significado dos principais atributos do SMART</strong></p>
<p>Existem dezenas de atributos do SMART, uns mais importantes para avaliação ou detecção de falhas, outros menos importantes. Existem inclusive os atributos colocados exclusivamente por cada fabricante, como mencionado mais acima.<br />
Vamos ver apenas os padrões mais importantes, sendo que os atributos que faltarem são, na maioria das vezes, meramente estatísticos (quantidade de vezes que o disco foi ligado/desligado, por exemplo, entre outros)</p>
<p><strong>Raw Read Error Rate</strong><br />
Representa a taxa de erros de leitura. Pode-se interpretar o valor do campo Raw Attribute Value como sendo a quantidade de erros já apresentadas pela unidade e, obviamente, qualquer valor acima de zero indica que já ocorreu algum erro de leitura.<br />
Atenção no Attribute Value: valores próximos do Attribute Threshold indicam a possibilidade de problemas na superfície gravaável ou falha nas cabeças físicas de leitura/gravação.</p>
<p><strong>Spin Up Time</strong><br />
Representa o tempo médio (em milésimos de segundo) que o motor do disco rígido tem levado para sair de 0 rpm até sua velocidade máxima de rotação. O campo Raw Attribute Value indica a última medição.</p>
<p><strong>Start/Stop Count</strong><br />
Representa a contagem das vezes em que o motor disco rígido foi acionado e parado. Inclui-se aí os eventos: ligar ou desligar o computador, entrar ou sair do modo de espera do Windows, etc. É um valor estatístico, mas o valor do campo Raw Attribute Value pode ser analisado para definir se isso foi ou não uma das causas para outras falhas.</p>
<p><strong>Reallocated Sector Count</strong><br />
Representa a quantidade de setores de reserva (spare sectors) já utilizados para substituir setores defeituosos. Obviamente, quanto maior o valor do campo Raw Attribute Value, pior pode ser considerado o estado da superfície do disco, e naturalmente isso irá influir no Attribute Value, aproximando mais do Attribute Threshold.</p>
<p><strong>Seek Error Rate</strong><br />
Representa a quantidade de erros nos eventos de busca de dados gravados. Cada vez que é ordenado ao disco buscar um dado e ocorre uma falha no posicionamento da cabeça para leitura, o valor para Seek Error Rate aumenta.<br />
Assim como no atributo Raw Read Error Rate, atenção também aqui no Attribute Value: valores próximos do Attribute Threshold indicam a possibilidade de problemas nas cabeças físicas de leitura/gravação.</p>
<p><strong>Power On Hours Count</strong><br />
Este é um valor meramente informativo e o campo Raw Attribute Value mostra a quantidade de horas em que o drive está em funcionamento. Também pode ser encontrado como Power On Time.</p>
<p><strong>Spin Retry Count</strong><br />
Representa quantas vezes o motor do disco rígido já falhou ao tentar sair de 0 rpm até sua velocidade operacional (considerando apenas a 1ª tentativa).<br />
Obviamente, valores acima de zero no campo Raw Attribute Value indicam que o motor já falhou alguma vez e, valores altos indicam que haverá uma falha do motor à qualquer momento, sendo que isso poderá ser observado também no Attribute Value, aproximando-o mais do Attribute Threshold.</p>
<p><strong>Calibration Retry Count</strong><br />
&#8220;Calibration&#8221; é o posicionamento das cabeças de escrita/leitura na trilha 0. O número representa a quantidade de vezes em que essa operação falhou (considerando apenas a primeira tentativa.</p>
<p><strong>Temperature</strong><br />
Mostra no campo Raw Attribute Value a temperatura atual do disco, em graus Celsius.<br />
Apenas para citar, o Attribute Threshold mostrará aqui a temperatura máxima recomendada pelo fabricante, e o Worst Value mostrará a temperatura na qual o disco já chegou à operar.<br />
O cruzamento desses dados fará decrescer o Attribute Value, ou seja: se o Worst Value tem sido constantemente acima do Attribute Threshold, significa que o disco tem trabalhado constantemente em temperaturas altas.</p>
<p><strong>Write Error Count</strong><br />
Representa a quantidade de erros ocorridos ao gravar dados no disco. Valores acima de 0 indicam que já houve alguma falha nessa operação, e valores mais altos indicam que há algum problema na superfície gravável (possivelmente setores defeituosos) ou nas cabeças físicas de gravação, sendo que isso poderá ser observado também no Attribute Value, aproximando-o mais do Attribute Threshold.</p>
<p><strong>Fontes destas informações</strong><br />
PC Tech Guide<br />
The SMART Site<br />
Ariolic Software<br />
ServerWorld<br />
Arquivo de Help do DiskCheckUp</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Mitos Sobre Recuperação de Dados</title>
		<link>http://recuperardados.wordpress.com/2011/03/18/hello-world/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Mar 2011 22:13:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>atahd</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Mitos Sobre Recuperação de Dados    Iniciando nossos trabalhos vamos colocar em xeque alguns mitos sobre a recuperação de dados indicando o que é verdade e o que é mito. Claro que não vamos inventar o já inventado, nem fazer o &#8230; <a href="http://recuperardados.wordpress.com/2011/03/18/hello-world/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=recuperardados.wordpress.com&#038;blog=21374914&#038;post=1&#038;subd=recuperardados&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Mitos Sobre Recuperação de Dados  </h2>
<p> Iniciando nossos trabalhos vamos colocar em xeque alguns mitos sobre a recuperação de dados indicando o que é verdade e o que é mito.</p>
<p>Claro que não vamos inventar o já inventado, nem fazer o trabalho já feito.</p>
<p>Por esse motivo separei essa matéria que explica exatamente sobre esses mitos, vale lembrar que dei uma mexida para complementar algumas informações.</p>
<p><a href="http://recuperardados.files.wordpress.com/2011/03/cpuqueimada.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-63" title="cpuqueimada" src="http://recuperardados.files.wordpress.com/2011/03/cpuqueimada.jpg?w=300&h=257" alt="" width="300" height="257" /></a></p>
<p>Alguns são usuários desesperados por terem perdido seus dados e outros são técnicos em manutenção não especializados em recuperação de dados, mas que se vêem à frente de situações em que todas as tentativas em reaver seus dados ou os dados de sues clientes falharam. Uns não se conformam porque deram uma bobeada na hora de ligar o cabo de força no HD e inverteram a polaridade, outros ficam olhando a tela escura do monitor, pensando em como isso pode acontecer: na noite anterior desligou o micro normalmente depois de trabalhar o dia inteiro sem dar uma travada e ao ligar de manhã o HD é solenemente ignorado no setup, o micro não dá mais boot e o pior, o backup não foi feito! Alguns ainda se agarram com unhas e dentes nos dados que o cliente não pode perder em hipótese alguma e prometem retornar com uma solução. Com certeza são situações dramáticas, e que acabam levando a vítima a tentar primeiro soluções sugeridas por amigos, outras pesquisadas na internet e outras tantas “inventadas” a partir de um raciocínio às vezes lógico e às vezes por pura “crença”. Essas crenças acabam se espalhando – e muito. Pelo fato de alguns terem conseguido obter sucesso na recuperação dos seus dados utilizando uma dessas crenças, elas ganham a força da verdade para todas as situações e na verdade são mais mitos do que realidade, pois em muitos casos podem eliminar as poucas chances que um profissional experiente teria de realizar uma recuperação de dados bem sucedida e a um preço acessível, sem ter que abrir o disco rígido em sala limpa, o que encarece em muito o processo de recuperação. Assim vamos examinar alguns desses mitos, muitos dos quais circulam na Grande Rede, no intuito de separar o que faz algum sentido daquilo que piora a situação, eliminando as “crenças”.</p>
<p><strong>O Mito das Batidinhas</strong> Esse talvez seja o mais antigo de todos. Quando o disco rígido pára de ser detectado, algumas pessoas costumam dar umas batidinhas com uma chave de fendas ou algo parecido na carcaça do HD durante o processo de boot. Não podemos nos esquecer que as distâncias entre as cabeças de leitura e a superfície do disco foram diminuindo com o tempo, e alguns discos mais modernos (felizmente descontinuados) soltavam uma parte do braço onde ficam as cabeças na região de “parking” (estacionamento) do disco e tornavam a pegá-la quando acionados. É comum encontrarmos pedaços dessas cabeças espalhadas no interior de discos em que o usuário ou o técnico deu essas “batidinhas”. Esses pedaços arranham a mídia de tal jeito que não há mais como recuperar os dados. Daí a “técnica da batidinha” só piorar as coisas: antes o disco daria para ser recuperado, mas com ela, em discos rígidos desse tipo, o disco fica totalmente irrecuperável. O que ocorre: as batidas podem, se bem dadas, ajudar a liberar o braço de leitura que já começa a ficar imobilizado por falha em seu circuito de acionamento. Elas devem ser suaves, firmes e secas e se não surtirem efeito em duas tentativas, devem ser interrompidas. Nada de brutalidade, pois se não for esse o problema as batidinhas não ajudarão em nada e se forem fortes demais poderão causar danos até mesmo na superfície do disco.</p>
<p><strong>O Mito da Queda</strong> Por incrível que pareça existem depoimentos em alguns fóruns na Internet em que certas pessoas juram de pés juntos que “resolveram” o problema de seu disco rígido deixando-o cair no chão da uma altura de uma mesa (85 cm) sobre um carpete e usam o disco até hoje sem problemas. Não podemos duvidar deste fato, pois a sorte existe. Porém não podemos de forma alguma recomendar ou apoiar quem fale uma besteira dessas. Qualquer impacto forte, principalmente em um disco que já não está bom e que não se sabe qual é o seu problema, é brincar com o acaso. Ficar “brincando” ou “chutando” qualquer coisa com o disco sem saber qual é o seu real problema é colocar qualquer chance de recuperação de dados em xeque. Se os dados armazenados não têm o menor valor, aí até vale como brincadeira ficar experimentando técnicas não ortodoxas. Mas o pior é que tem gente que dá esse conselho em um fórum. Alguns discos rígidos param de funcionar justamente por causa de um tombo. Sem comentários&#8230;.</p>
<p><strong> </strong><strong>O Mito do Congelador, o Mito do Forno e o Mito do Firmware</strong> : O mito da geladeira ou do congelador é interessante e faz algum sentido, porém as conseqüências são desastrosas! Durante a fabricação de um disco rígido é necessária a calibragem dos mecanismos de leitura e escrita de forma que as cabeças sejam corretamente posicionadas sobre a superfície do disco dentro de uma tolerância determinada por meio do firmware, de forma a fazer com que as cabeças realizem a leitura e escrita nas trilhas certas sem qualquer tipo de erro. Alguns fabricantes, em alguns modelos e séries, gravam todos esses parâmetros em uma memória ROM que fica localizada na placa lógica e outra parte gravada no disco. Isso explica porque normalmente, a simples troca de placa lógica queimada de um disco por outra idêntica usando a mesma versão de firmware não faz o disco rígido ressuscitar, é que os firmwares têm características diferentes. Existe também a gravação na superfície do disco feita durante a fabricação que se chama “servo” e que auxilia as cabeças a se posicionarem corretamente. Muitas vezes essa gravação magnética é alterada por algum fator relacionado ao material da superfície, e a cabeça fica como se estivesse “boba” batendo pra lá e pra cá. Aí, alguém entendeu que se colocasse o disco rígido no freezer e depois conectá-lo ao micro poderia dar certo! E deu.O disco voltou a ser reconhecido e funcionou novamente&#8230; por alguns minutos. Nova sessão de “congelamento” e o disco funcionou por mais alguns minutos, o suficiente para salvar alguns megabytes de informação. Lá pelas tantas o disco pára de vez. Já lemos em um fórum que a conclusão é que ao resfriar o disco rígido ele se condensa e se arruma por dentro e tudo volta para o seu lugar. Isso não deixa ter algum sentido, pois em alguns casos a retração do material devido à baixa temperatura pode ter auxiliado as cabeças de leitura a se encontrarem com as trilhas novamente. Mas por que então o disco pára de vez? Porque a superfície magnética do disco já estava em franca degradação e chegou uma hora que o “puxa-e-estica” não faz mais efeito. Resultado: as poucas chances que se tinha de recuperar uma boa porção de dados pode ter ido para o espaço. Sem falar na condensação do ar dentro do disco rígido (pois ao se colocar no freezer assim como o material do HD o ar também se condensou criando micro gotas de água, aumentando rapidamente sua degradação). Mais um mito “detonado”.</p>
<p><a href="http://recuperardados.files.wordpress.com/2011/03/geladeira.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-64" title="geladeira" src="http://recuperardados.files.wordpress.com/2011/03/geladeira.jpg?w=640" alt=""   /></a></p>
<p><strong>Mito do forno</strong>, bem&#8230; acho que não preciso nem comentar, mas tem gente que prega essa heresia!</p>
<p><strong>O Mito do Banheiro Limpo</strong> Algumas pessoas dizem que você pode fazer uma “sala limpa” em casa, no banheiro, abrindo a torneira da água quente e deixando o banheiro ficar cheio de fumaça e que, nessa condição, o ar estaria totalmente limpo e você poderia abrir o disco rígido sem estragá-lo. Esse mito foi bem elaborado, mas também pode ter conseqüências imprevisíveis para os dados. Você já reparou que quando o sol aparece logo após uma chuvinha fina o ar parece que está mais limpo? E está mesmo, pois a gotas de chuva fizeram as partículas de poeira em suspensão descer para o solo. Os maiores inimigos do disco rígido são a poeira e a umidade. É por isso que os discos só podem ser abertos em uma sala limpa classe 100 (onde não pode haver mais do que cem partículas em suspensão no ar maiores que 0.5 mícron por pé cúbico). Então alguém pensou o seguinte: ligo o aquecedor do banheiro no máximo por alguns minutos depois desligo e deixo as gotículas descerem até o ar ficar “limpo”. Então abro o disco e “mexo” nele, dou uns petelecos ou até troco os pratos. Bem, apesar de a idéia ser boa, o resultado é um desastre. Equipamentos sofisticadíssimos são utilizados dentro de uma sala limpa para manipular as partes de um disco rígido, sob temperatura, pressão e umidade controladas. Isso porque não se pode correr o risco de piorar a situação e sim salvar dados importantes. Se não se conhece nem se sabe o que fazer com um disco rígido aberto e tampouco se possui as ferramentas adequadas para tal serviço, então certamente alguma coisa de pior vai acontecer! Porém sempre damos uma chance para a “sorte”, que também funciona!<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>O Mito da Troca da Placa Lógica</strong>. Tem gente que, para tentar recuperar um disco rígido queimado, troca a placa lógica do disco por outra igual de um disco que esteja funcionando. Este é o mito mais sensato. A troca da placa lógica funciona em alguns casos em que o dano é externo e o firmware é todo concentrado na placa controladora. Portanto, vale a pena tentar, e se feita com cuidado haverá chances de salvar os dados. Porém se o disco for reconhecido mas a leitura não for bem sucedida, evite os outros mitos aqui descritos e envie o seu disco rígido para uma empresa especializada, caso seus dados sejam realmente importantes.</p>
<p><a href="http://recuperardados.files.wordpress.com/2011/03/hd1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-65" title="HD1" src="http://recuperardados.files.wordpress.com/2011/03/hd1.jpg?w=640" alt=""   /></a></p>
<p> <strong>O Mito do Programinha</strong>. Alguns programas de recuperação certamente funcionam quando temos um problema puramente lógico. O problema é usá-los quando o disco apresenta algum tipo de problema físico. Neste caso, o programa automaticamente sai varrendo o disco e mais uma vez poderá acontecer o pior: as últimas chances de se fazer uma recuperação sem ter que abrir o disco vão por água abaixo, já que alguns circuitos param de funcionar no meio de uma recuperação automática desse tipo. Portanto é preciso saber quando usar esse recurso.</p>
<p><a href="http://recuperardados.files.wordpress.com/2011/03/softw1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-66" title="softw1" src="http://recuperardados.files.wordpress.com/2011/03/softw1.jpg?w=300&h=178" alt="" width="300" height="178" /></a></p>
<p><strong>O Mito do Conserto</strong>. Alguns profissionais ou até mesmo empresas anunciam que “consertam” discos rígidos. Sabemos que isso é impossível, pois tais profissionais e empresas sequer possuem ambiente adequado para tal. O que na verdade eles fazem é trocar a placa lógica e/ou rodar um programinha que esconde os setores defeituosos, os famosos “bad-blocks” Aí entregam o disco rígido formatado e dizem que foi “consertado”. Existe a indústria da remanufatura – ou melhor, da reciclagem – em países como Índia, China e Rússia, mas nesse caso os discos vêm sem marca ou com alguma inscrição de “refurbished” ou remanufaturado. Já vimos discos desse tipo funcionarem por alguns anos e outros por alguns meses. Esses discos, porém, foram realmente reconstruídos utilizando partes de mais de um disco, umas novas e outras usadas, e servem para uso nos países de baixa renda, pois são bem mais baratos. O que queremos dizer é que tanto os discos rígidos reciclados quanto os “consertados” não têm confiabilidade. Se forem usados, nunca deverão servir para armazenar dados importantes e sim para navegação na Internet ou como disco de estação sem conter dados importantes.</p>
<p><strong>O Mito da Troca dos Pratos</strong>. Algumas pessoas já nos disseram que leram em algum lugar ou ouviram falar que é possível recuperar os dados de um disco defeituoso simplesmente procurando um igualzinho e transferindo os “pratos” (mídias, sem as cabeças) de uma carcaça para a outra. Isso pode até funcionar levando-se em conta certos fatores como firmware, série do disco rígido e outros. Porém o mais provável é que os dados sejam perdidos definitivamente por muitos outros motivos tais como ambiente inadequado, técnica e ferramental inadequados, enfim, tudo o que não se deve fazer por absoluta falta de condições e conhecimento. Porém como sempre ressaltamos, a sorte é uma realidade.</p>
<p><strong>Conclusões</strong>: A recuperação de dados é uma especialidade e que tem a sua razão de ser, pois muitas pessoas e empresas podem ter um grande prejuízo ao perderem os seus dados em um acidente em que o backup é inexistente ou então falhou (a famosa Lei de Murphy). Ser um profissional nesta área requer um grande investimento em estudo e ferramental, como uma sala limpa classe 100. É por isso que na maioria das vezes o custo de se recuperar dados não é baixo. Por isso, fuja de profissionais e empresas em que não tiver ferramental adequado, pois, como dissemos, o disco passando pelas mãos de um desses amadores poderão acabar com qualquer chance de recuperar os dados depois – é o famoso “barato que sai caro”. Para os casos em que você não se sinta seguro em tentar solucionar sozinho problemas em um disco rígido, procure uma empresa especializada nesse tipo de serviço, caso contrário o prejuízo é quase certo. Não falamos dos casos em que os dados estão armazenados em estruturas RAID “stripping” (divisão de dados). A simples tentativa de remontar o RAID pode provocar a perda definitiva dos dados. Portanto, é aconselhável manter seus backups em dia e evitar usar o improviso quando houver perda de dados.<br />
Fonte:Clube do Hardware</p>
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